30 janeiro 2009
O futuro trará grande lamento, à falta de coragem
29 janeiro 2009
22 dezembro 2008
11 dezembro 2008
09 dezembro 2008
o meu primeiro postal
as casas, aqui, não gostam de japoneses de máquinas e flashes, mas levam com eles todos os dias. na sua vida, alegre, são tristes. as casas disserem-me quanto queriam dançar e cantar, mas se eu não sou japonês, sou quase, e acho que não gostaram muito de mim.
as casas pintadas gostam de bicicletas e vespas. gostam de fontes e praças. correm por roma, tropeçando nos maiores feitos dos homens, nos maiores quadros, nas maiores praças. é isso o incrível: depois dos fóruns, caravaggios, vaticanos, fica cá dentro a dor nas pernas de correr com as casas e com o vento, empunhando um gelado, num ambiente de buzinas, sirenes, travões, igrejas e fontes.
comprimentos de roma, esperando estar de volta cedo.
26 novembro 2008
é gooolo!
25 novembro 2008
olá,
fica prometido um regresso para breve.
08 outubro 2008
queria ser um menino perdido
toda esta confusão rodando assim sem centro cá por cima ( a crise dos EUA misturada com a crise que já havia em Portugal, mais o Sporting e o Benfica, mais uns bancos que decidiram falir, mais o Obama e o McCain, mais o Putine a publicitar a prática de Judo, mais um debate quinzenal onde vejo um senhor de barbas dos verdes a perguntar para quando o aumento dos salários, mais alguma coisa e mais outra.) , e eu vou vendo, vou ouvindo, aprendendo, mas tenho sempre a hipótese de desligar e fechar os olhos a ouvir a Feist ou a Catpower, oduelo feminino deste meu outono que chega. posso acordar e correr para a escola, de livros às costas, desta feita aí com uns National, ou então com uma rápida olhadela pelo livro de matemática para ver se me safo na ficha.
o bom é que tudo o que se passa por aí não me chama. o bom é que os meus dias ainda são feitos a cantar e a correr.
os tempos estão a chegar ao fim, mas ainda há tempo para dançar em português
não sei se há muito a dizer sobre eles e sobre o seu magnífico material inútil. é bom. é muito bom. estou a ouvi-lo pela primeira vez agora mesmo, enquanto escrevo e está a ser difícil não dançar. sei que ainda me faltam umas audições para mastigar o disco, mas não há razões para a desilusão, isso já percebi. aliás, há boas razões para não faltar este sábado à festa no musicbox. não falei aqui da estória da Flor Caveira, da Amor Fúria porque não sou a pessoa indicada, mas agora, e para marcar este lançamento dos Pontos Negros, vou-o fazer: todos eles estão a construir o próximo episódio da música portuguesa. e, amigos, estamos mesmo no fim do episódio actual.
não percam o próximo episódio porque nós também não.
(e isto passa por ir comprar o disco dos Pontos Negros à fnac, ou então, ir a www.myspace.com/ospontosnegros)
24 setembro 2008
é o normal:
o verão deste ano não foge às regras. foi como a estória de uma criança. começou numa fugida nos caminhos de ferro. construímos uma rede férrea de lego cá em casa e fomos descobrir, a casa. não desarrumámos nada, ficou tudo no seu sítio, vimos a casa e voltámos para os quartos. depois chegou a hora de sair, para o sol ou assim. foi o fim da aparição que já vinha desde há muito tempo, deu também para o abre para cá e azul-turqueza e para o princípio das hisórias do padre castanho. depois ora em casa, ora jardim infantil. mas ainda ouve tempo para os pais ligarem a aparelhagem lá do quarto com os três dias do Alive e ainda o último do Sudoeste, mais ainda umas novas músicas vindas dos alentejos. depois de tudo isto, deste dia sem sesta, veio o sono, a vontade de dormir com campainhas e um terraço vazio. as pardes cinzentas, o quadro grande preto-verde - oh não, sempre o mesmo sonho que está para durar até meados de junho, mês em que espero ouvir mais um era uma vez..
17 setembro 2008
as cenas que nós fizémos:
, um intra-rail
, umas gravações de banda
www.myspace.com/osasteriscocardinalbombacaveira
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