
11 dezembro 2007
fraco
não sou homem suficiente para me dar. não me dei nem vou dar. não sei dar. como é que haveria de saber? nem sei o que é que sou, não sei o que é que iria dar. era um ponto de interrigação num pomposo embrulho. é isto que te vou dar pelo natal, se até lá, arranjar coragem.
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2 comentários:
Pode ser que de volta haja um postal que diga "All I want for Christmas is you"! Força nisso!!
“Ser o próprio é uma arte onde existe toda a gente e em que raros assinaram a obra-prima”
Nascemos com tantas coisas tão semelhantes a tantos outros e, no entanto, não menos confiantes de que há qualquer coisa que nos torna únicos.
"O que sou?" Parece tão obvio, contudo esta essencia singular e exclusiva a cada ser, o que nos torna a todos especiais e únicos, é, curiosamente, aquilo que nenhuma pessoa que conheci até hoje consegue descrever de si mesma nem de ninguém.
Por melhor que pareçamos conhecer-nos a nós ou a alguém, dificilmente (ou mesmo impossívelmente) conseguimos determinar o que nos/a torna tão únicos/a!
Mesmo que andemos uma vida toda à procura de nós próprios, vamos dando, inevitavelmente, o que somos aqui e ali, a este e àquele. (Mas como é que podemos dar qualquer coisa que nem sabemos o que é?)
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