
22 janeiro 2008
Entrou no Metro, o som pesado das carruagens a chegar misturou-se com a música libertina e arrojada dos seus fónes.Era róque. Entrou no transporte com a sua maleta de couro que parecia trazer alguma espécie de instrumento musical. Depois de pecorrer o seu caminho amarelo e verde saltou para a rua. A música não tinha ainda parado de encher-lhe os ouvidos. De repente avistou o escuro daquelas ruas que o faziam suar. Escalando a calçada viu o suícidio do chimpazé ao som de uns Strokes. Continuava a subir e agora a sua maleta musical estava mais pesada. Entrou no edificio para onde se dirigia balbuciando um bom-dia que se perdeu dentro da música que o enchia, ao qual lhe ladraram outro, sem que se apercebesse. Subiu as escadas e reparou que estava atrasado. Apressou-se para a sala 306, entrou, desligou as guitarras electricas distorcidas, abriu a maleta, tirou o clarinete, e preparou-se para interpretar a peça em Sim.
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