18 abril 2008

Passeio

Nós podemos ser o quisermos. Arder e transformarmo-nos. Podemos ser o que quisermos. Se quiseres ser pintor, sê-o. Se quiseres ser músico, sê-o. Se quiseres ser escritor, sê-o. Não te prendas ao que os outros ladram. Falam sem saber, sem reparar, sem querer ser mais ou melhor. Mas no fim do passeio, quando já não houver calçada, já não podes ser quiseres; és o que quiseste.
Foste.

1 comentário:

Anónimo disse...

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